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domingo, 8 de novembro de 2009

6ª Marcha da Consciência Negra

Ilustração produzida para estampar a camiseta da 6ª Marcha da Consciência Negra, com a imagem do professor Oliveira Ferreira da Silveira. o "Poeta da Consciência Negra", militante do Movimento Negro no Rio Grande do Sul, criador do Dia da Consciência Negra e falecido em 1º de janeiro deste ano. Hidrográfica preta, retícula e texto em fotoshop.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

América Latina na Guerra Fria

América Latina na Guerra Fria

Eis minha primeira ilustração profissional (pela qual fui pago), feita para a linha educacional da editora SM (coleção "Para Viver Juntos"). Está no Livro de História da 9ª série (o número do livro é 9, então deduzo...), capítulo intitulado "América Latina na Guerra Fria", escrito pelo professor historiador Christian Moura, que me deu a oportunidade de ilustrar seu trabalho.

Coloquei as figuras dos tanques de guerra para ilustrar as duas superpotências envolvidas no conflito, e os ditadores latino-americanos estão aí como peças no jogo delas. Alguns são facilmente identificáveis (creio eu) e conhecidos, outros eu tive que pesquisar (abençoado google), pois não estava muito por dentro do contexto. Quem mandou abandonar a faculdade de história?

Mais um trabalho que ajudou a expandir meus conhecimentos.

Fiz uma outra para a mesma coleção, texto do mesmo professor (meu brother), um capítulo sobre o "Plano Cruzado", em breve posto aqui.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ruy Barbosa e os Patos

Rui Barbosa e os Patos

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:

"Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada." E o ladrão, confuso, diz:
"Dotô, eu levo ou deixo os pato?"